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#049 – Questione sua intuição com indicadores de RH – feat. Dórian Bachmann

Sobre o convidado:

O entrevistado da semana tem aquela voz da experiência. Dórian Bachmann trabalha com indicadores de RH há mais de 18 anos, e já conheceu as mais variadas das abordagens estatísticas do mercado. Com a missão de ensinar os profissionais a fugirem do “achismo” e da análise intuitiva, Dórian faz um trabalho bem bacana como especialista em indicadores de desempenho e benchmarking. Ah! Ele posta conteúdo, regularmente, em seu LinkedIn e curte estudar sobre design, economia comportamental e psicologia! O Dórian não para! O episódio está sensacional!

Assista ao episódio completo

Recomendações:

Filme: O homem que mudou o jogo

Billy Beane, gerente geral do Oakland A’s, um dia tem uma epifania: a sabedoria convencional do beisebol está totalmente errada. Diante de um orçamento apertado, Beane tenta reinventar seu time superando os clubes de bola mais ricos. Unindo forças com Peter Brand, graduado da Ivy League, Beane se prepara para desafiar as tradições da velha escola. Ele recruta jogadores de barganha que os olheiros rotularam como falhos, mas que têm potencial para vencer o jogo.

 

Livro: Neuromarketing: Como a neurociência aliada ao design pode aumentar o engajamento e a influência sobre os consumidores

Darren Bridger demonstra como a neurociência aliada ao design pode aumentar o engajamento e a influência sobre os consumidores, reunindo dezenas de insights sobre neuromarketing e técnicas de design baseadas nas mais recentes pesquisas sobre a neurociência.

Este é um guia prático sobre como utilizar o neuromarketing para obter mais resultados em suas interações com clientes e consumidores.

Livro: Rápido devagar - Duas Formas de Pensar

O autor mostra a capacidade do pensamento rápido, sua influência persuasiva em nossas decisões e até onde podemos ou não confiar nele, explicando como o funcionamento do cérebro acontece separado em 2 sistemas.

Entendendo a história dos 2 sistemas proposta neste livro, é possível entender, por exemplo, como funciona a compra por impulso.

Inspirado ou orientado por dados? Há uma diferença

Muitas pessoas usam os dados apenas para justificar decisões já tomadas. Um exemplo interessante é a decisão de compra. Se você, antes de olhar o preço, avalia o valor e define um preço máximo que vai balizar tua decisão de compra, você é orientado por dados. Mas, se a decisão da compra é feita depois de ver a etiqueta, então, provavelmente, você é inspirado por dados.  

Nas empresas acontece o mesmo. Portanto, uma boa prática é estabelecer as alternativas – e o critério de decisão entre elas – antes de iniciar a análise dos dados. Essa abordagem contribuirá para dar objetividade às análises, evitando desperdício de massa cinzenta e tempo.

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Cortes do Episódio: